Sete pessoas estão presas pelos crimes e três são monitoradas por tornozeleira eletrônica. Financeira captava recursos e aplicava-os no mercado de criptomoedas irregularmente.

Mansão em Novo Hamburgo comprada por sócios de financeira irregular de Novo Hamburgo — Foto: Reprodução/RBS TV
Mansão em Novo Hamburgo comprada por sócios de financeira irregular de Novo Hamburgo — Foto: Reprodução/RBS TV

A Polícia Federal indiciou 19 suspeitos de envolvimento no caso de uma financeira clandestina que captava recursos de terceiros, sem a autorização do Banco Central, e investia no mercado de criptomoedas. Integram o grupo os cinco sócios da empresa, que operava em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

A investigação apontou que o dinheiro investido foi usado na compra de bens pessoais. Os indiciados responderão por vários crimes, entre eles organização criminosa, crime contra as relações de consumo, gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira, evasão de divisas, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

No dia 21 de maio, uma operação da PF resultou em 10 prisões, e na apreensão de dinheiro e vários bens, como 36 veículos e 1 kg de pedras preciosas. Sete suspeitos continuam presos, e os outros três foram liberados, mas são monitorados com tornozeleiras eletrônicas.

A PF afirma que a análise do material apreendido na operação apontou indícios de outras irregularidades cometidas pelo grupo, como novos casos de compras de bens com verba da conta da financeira e de lavagem de dinheiro, além de contabilidade inservível (sem controle e confiabilidade).

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