Segundo as investigações, foram usados tratores e correntes para destruir cerca de 1 mil hectares de cerrado nativo. Envolvidos foram multados em R$ 5,6 milhões. Desmatamento atingiu cerca de 1 mil hectares dentro de área quilombola
Reprodução/TV Anhanguera
O Ministério Público Federal em Goiás está investigando o desmatamento ilegal de cerca de 1 mil hectares dentro do território quilombola kalunga, em Cavalcante, no nordeste de Goiás. Envolvidos foram multados em R$ 5,6 milhões. Propriedade foi embargada.
O G1 entrou em contato por e-mail e mensagem às 19h30 com a defesa da fazendeira que arrendou a área mas não obteve resposta até a última atualização dessa matéria. A reportagem não conseguiu localizar os donos da propriedade que arrendaram o local.
A fazenda é uma propriedade privada não desapropriada e está próxima à nascente do Rio da Prata. Segundo o MPF, o dano atingiu também uma Área de Proteção Ambiental.
As investigações feitas até o momento pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado de Goiás (Semad), a área de cerrado nativo foi desmatada usando tratores e correntes. No lugar seria plantado soja.
Segundo as investigações, a área foi arrendada em abril deste ano a uma fazendeira de Catalão, no sudoeste de Goiás, por uma empresa pertencente a três irmãos. Diante dessas informações, o MPF determinou que a Polícia Federal abra um inquérito para coletar provas e verificar a extensão dos dados ambientais.
Além disso, o MPF pretende ouvir os irmãos que arrendaram a fazenda, bem como a fazendeira de Catalão.
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Semad/Divulgação

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