No estado, 17 mil produtores fazem parte de programa para fornecer alimentos a escolas, mas apenas 5% dos municípios mantiveram as compras. Produtores de MG que fornecem alimentos para merendas sentem impacto da pandemia
Com aulas suspensas por causa da pandemia de coronavírus, os produtores agrícolas de Minas Gerais que forneciam alimentos para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) foram pegos de surpresa.
A demanda por produtos para a merenda diminuiu com a suspensão das aulas. O alívio veio com uma alteração na lei, que permitiu aos municípios comprar dos produtores rurais para doar para a família de alunos.
Mas a adesão à mudança ainda é baixa: apenas 5% dos municípios mineiros mantiveram a compra pelo PNAE normalizada.
Em Minas Gerais, 17 mil agricultores fazem parte do programa de merenda escolar. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG) está orientando para a retomada do programa, a fim de ajudar pequenos agricultores e estudantes, que muitas vezes recebem na escola a principal refeição do dia.

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