Desde 2017, Associação ‘Costurando com Amor’ já confeccionou e entregou mais de 25 mil peças, entre vestidos, camisetas e bonecas de tecido. Projeto também conta com costureiras voluntárias em outras 15 cidades brasileiras. Bonecas de pano negras feitas especialmente para as crianças do Malawi
Reprodução/TV Gazeta
Durante a primeira reunião ordinária de julho, realizada na terça-feira (7), a Câmara de Uberaba aprovou o Projeto de Lei que declara como utilidade pública a associação “Costurando com Amor”, uma instituição filantrópica uberabense formada por costureiras voluntárias que confeccionam roupas e brinquedos que são doados para crianças carentes do Brasil e da África.
A proposta, de autoria do vereador Alan Carlos (MDB), foi aprovada por unanimidade.
“Entidades que realizam ações sociais precisam, como nunca, do nosso apoio para seguir com as atividades. Elas são filantrópicas, sem fins lucrativos, e contam com serviços de voluntários para exercerem suas atividades com as crianças”, comentou o autor.
Atualmente, a Associação Costurando com Amor conta com 130 costureiras em Uberaba, além de 300 costureiras em Uberlândia, Araguari, João Pinheiro, Belo Horizonte, Manaus, Salvador, Itumbiara, Veríssimo, Rio de Janeiro, Fortaleza, São Paulo, Jundiaí, Igarapava, Santo André e Sorocaba.
Desde 2017, foram produzidas mais de 25 mil peças, entre vestidos, camisetas, shorts, bonecas de tecido, tiaras e bolas de meia, que foram doadas para crianças carentes de 0 a 12 anos.
Em Uberaba, já foram feitas doações nos bairros Residencial 2000, Capelinha do Barreiro, Vila Osanã, Bairro Planalto, Estrela da Vitória, Mangueiras e Primavera. No continente africano, os materiais foram entregues em aldeias de Moçambique, Madagascar, Malawi e Senegal.
Além de promover o voluntariado, a instituição também faz capacitação de novos costureiros.
“Esse projeto eleva Uberaba à uma lógica de possibilidades e leva às populações carentes não somente vestimentas novas, mas toda a energia depositada por cada um dos costureiros na hora da confecção das peças”, concluiu Alan Carlos.