Em abril, Biden informou que tinha US$ 60 milhões. O relatório mais recente indica que ele chegou a US$ 242 milhões. Trump ainda tem vantagem: arrecadou US$ 295 milhões. O então presidente dos EUA, Barack Obama, ouve seu vice-presidente, Joe Biden, durante evento na Casa Branca, em foto de 13 de dezembro de 2016
AP Foto/Carolyn Kaster
Joe Biden, o candidato de oposição a Donald Trump nas eleições presidenciais deste ano nos Estados Unidos, se aproximou do atual presidente em um dos indicadores sobre as campanhas: a arrecadação de dinheiro.
Em abril, ele informou que tinha US$ 60 milhões (R$ 312 milhões, na cotação atual). O relatório mais recente indica que ele chegou a US$ 242 milhões (1,24 trilhão).
Trump ainda tem vantagem: arrecadou US$ 295 milhões (R$ 1,53 trilhão).
Biden teve ajuda de um aliado: o ex-presidente Barack Obama levantou US$ 24 milhões para a campanha em dois meses, de acordo com reportagem do “The New York Times”.
Joe Biden critica Donald Trump por ter pedido desaceleração de testes da Covid-19
Em eventos privados, Obama tem feito críticas a Trump. Ele tem feito pedidos para que grandes doadores privados entrem na campanha de Biden.
Obama usou o funeral do deputado John Lewis na quinta-feira (30) para dizer que os direitos ao voto e à igualdade de oportunidades que o ícone dos direitos civis defendeu ameaçam entrar nas eleições de 2020.
Falando no púlpito da igreja que Martin Luther King Jr. liderou, Obama não mencionou o presidente Donald Trump. Mas o primeiro presidente negro fez contrastes inconfundíveis com seu sucessor e criticou implicitamente como Trump lidou com os procedimentos de votação e a agitação civil do momento, em meio a um acerto de contas nacional sobre o racismo sistêmico.
O ex-presidente pediu ao Congresso que renove a Lei de Direitos de Voto, que Trump e líderes republicanos do Congresso deixaram inalterada desde que a Suprema Corte diminuiu a lei em 2012.
Biden deverá decidir quem vai compor a sua chapa. A campanha fez pesquisas qualitativas com eleitores para tentar escolher um vice que o ajude nos estados pêndulo –que ora votam no Partido Democrata ora no Republicano.
Duas concorrentes estão entre os nomes mais comentados: Karen Bass, da Califórnia, e Susan Rice, que foi assessora de Segurança da presidência.