Demissão de Hilário Frasson foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (14), mesma data em que o assassinato completa três anos. Ex-policial civil Hilário Frasson é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da ex-mulher
Reprodução/TV Gazeta
Hilário Frasson, acusado de mandar matar a ex-mulher, a médica Milena Gottardi, não é mais policial civil. A demissão dele foi assinada pelo governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), e publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (14), mesma data em que o assassinato completa três anos.
O ex-policial estava recebendo salário de quase R$ 5.500 mesmo preso e agora deixa de receber.
A expulsão de Hilário da Polícia Civil foi decidida em maio pelo Conselho Estadual de Correição, mas o processo ainda precisava passar pela Secretaria de Gestão e Recursos Humanos, pela Secretaria de Governo e pelo governador, que assinou o decreto de demissão na última sexta (11).
Também foi decidido que ele não poderá assumir cargo público pelos próximos 10 anos.
Expulsão de Hilário da Polícia Civil foi decidida em maio
O crime
Milena Gottardi morreu após ser baleada na cabeça quando saía do trabalho, no estacionamento do Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes, em Vitória.
Hilário e o pai dele foram acusados de serem os mandantes do crime. O ex-policial civil aguarda para ir a júri popular pelo crime e enfrentar o banco dos réus.
O G1 busca contato com a defesa do acusado.
Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo